Cineclube MIS: Gaspar Nóe + Conclusão de Curso do IPEP + Neil Young por Jim Jarmusch

Postado por Thaiza quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O cineclube do MIS fecha o ano com uma programação de deixar papai-noel de cabelo em pé: filmes picantes, trabalhos de conclusão de curso e rock'n'roll! Grátis e com debates depois da exibição.

Ciclo Erotismo ou Pornografia? (Curadoria Thiago Alves)
Aviso: Inclui cenas de sexo explícito não pornográfico. Classificação 18 anos.

17/12 (sex) às 19h: Seleção de curtas do cineasta Gaspar Noé 
A Carne (1991, França, 40')
Elenco: Lucile Hadzihalilovic , Blandine Lenoir, Philippe Nahon 
Um açougueiro em Paris assume a sua vingança depois que sua filha é brutalmente atacada.

Protege Moi (Placebo) (2003, França 4')
 Protège-Moi é uma compilação do álbum Once More With Feeling, da banda Placebo, e foi lançado na França apenas em 2003. Trata-se de uma canção francesa , continuação de uma música ("Protect Me What I Want") de seu quarto álbum, Sleeping With Ghosts. O coro e a letra são exatamente as mesmas que "Protect Me What I Want", mas as palavras "Protège-Moi" agora são cantadas em segundo plano. As letras das duas canções são apenas ligeiramente semelhantes. A música original para o vídeo "Protège-Moi", dirigido por Gaspar Noé, nunca foi oficialmente lançada, por causa do seu grande conteúdo sexual explícito; O vídeo acabou ficando de fora do DVD Soulmates Never Die (Live in Paris, 2003).

We Fuck Alone (2006, França, 23')
We Fuck Alone é uma narrativa cinematográfica eloqüente sobre o desespero, a solidão e o abandono de um homem numa odisséia violenta de fantasia masturbatória. A iluminação estroboscópica e uma trilha sonora pulsante sugere algo escuro e alucinatório, um estranho espaço cinematográfico em que o desejo de continuar assistindo atinge um clímax brutal. Como a maioria dos filmes de Noé, "We Fuck Alone" sugere um estado psíquico alterado, provocando uma reação visceral e perceptiva, tanto no que se vê como do jeito que é mostrado. Estamos em um mundo solitário auto-referencial de sedução e repulsão simultânea. Aqui, sexo, beleza e violência se combinam para criar uma incômoda, mas fascinante percepção sensorial.

18/12 (sáb) às 16h: Irreversível (2002, França, 99')
Elenco: Monica Bellucci, Vincent Cassel, Albert Dupontel, Philippe Nahon, Jo Prestia
O filme narra, de trás para frente, a história de uma vingança. A primeira seqüência mostra dois amigos desesperados, Marcus (Vincent Cassel) e Pierre (Albert Dupontel), saindo pelo submundo de Paris à procura do homem que teria estuprado e espancado Alex (Monica Bellucci), a atual namorada de Marcus e ex-namorada de Pierre. Em seguida, a narrativa volta passo a passo no tempo para mostrar como Marcus e Pierre descobriram o nome do autor do crime, recuando até o próprio estupro e os eventos que o antecederam.


Exibição de Conclusão de Curso do IPEP 2:
Rádio, TV e Multimídia (Curadoria: Clarete Paranhos da Silva)
18/12 (sáb) às 19h30:
Se
Roteiro e Direção: Gustavo Merlim
Direção de produção: Jaider Rodrigues
Produção executiva: Jaider Rodrigues
Sinopse: se a viagem no tempo tivesse sido inventada, certamente a maioria daqueles que teriam acesso a ela mudariam algo em seu passado. Afinal de contas, quem nunca se arrependeu de alguma escolha, entre tantas que fazemos ao longo da vida?
Entretanto, se é impossível voltarmos no tempo, ainda podemos mudar aquilo que não está dando certo no presente e escrevermos um futuro melhor. Pois mudar o modo como pensamos ou fazemos as coisas é algo simples de se fazer. Ou não? (Drama, 15')

A viagem de Alice
Direção: Franklin Agra
Roteiro: Franklin Agra
Produção: Bate Branco Produções
Coordenador de Produção: Tharsys Meira
Produtores: Amanda Leticia, Rafael Bornogove
Câmeras: Leonardo Bonelli, Alexandre Souza
Montagem e Finalização: Leonardo Bonelli.
Sinopse: este documentário foi produzido pela Bate Branco Produções formada por universitários, para conclusão do curso de Rádio, TV e Multimídia do Grupo Universitário IPEP. O documentário apresenta uma Kombi chamada Alice que vai rodar o Brasil durante 3 anos junto de seus idealizadores Franco Hoff e Inês Calixto. O documentário registra parte desta viagem que promove a dissipação da cultura para crianças carentes, por meio de participação em oficinas de literatura, fotografia e contação de histórias narradas pelos próprios protagonistas. (Documentário, 12')

Anjos da Guarda – os coadjuvantes de história
Direção: Ricardo Boni
Produção: Lucas Teles
Direção de fotografia: Victor Freitas
Sinopse: o vídeo-documentário “Anjos da Guarda – os coadjuvantes da história” expõe a luta de mães, médicos e voluntários no combate ao câncer infantil. Medo, angústia, esperança e alegria: desde o diagnóstico até a fase de manutenção, as mães experimentam diversos sentimentos e buscam forças para superar a dor e contribuir no processo de cura de seu filho. Este documentário conta com depoimentos do Psicoterapeuta Dr. Ivan Capelatto, da Terapeuta Ocupacional Lenita Ferreira, além de relatos de mães e voluntários de instituições de apoio a crianças com câncer. (Documentário, 50')

Promoção do Fanzine MOSH

20/12 (seg) às 19h: Year of the Horse- Neil Young and Crazy Horse Live (Jim Jarmusch, 1997, 107')
Fã confesso de Neil Young, a fera do cinema alternativo Jim Jarmush - diretor de clássicos como Estranhos no Paraíso (1984), Dead Man (1995) e Down By Law (1996) - presta um belo tributo ao pai do grunge e sua banda, a Crazy Horse. É Year Of The Horse: Neil Young and Crazy Horse Live, um documentário que registra a turnê do músico canadense por vários países da Europa. Filmado com uma câmera Super - 8, Year Of The Horse Traz cenas de Shows e bastidores das apresentações do grupo, além de reunir depoimentos do próprio guitarrista e de Ralph Molina, frank "Poncho" Sampredro e Billy Talbot, companhieros de Young há mais de 30 anos. O escritor e jornalista Scott Young , pai de Neil, também surge através de declarações memoráveis. Entre as canções apresentadas neste documentário "Slip Away", "Sedan Delivery", "Stupid Girl", "Tonight´s The Night" e a inesquecível "Like A Hurricane". Tudo, é claro, devidamente acrescido de cenas de arquivo que vão de 1976 até 1986. Year Of The Horse segue o estilo que consagrou Neil Young em todo Planeta: épico, rápido, intempestivo, brusco, direto, concentrado e, ao mesmo tempo improvisado. É por essas e outras que Neil Young and Crazy Horses são exemplo de um dos melhores casamentos musicais que o mundo do rock já presenciou.

Local: MIS- Palácio dos Azulejos- Rua Regente Feijó, 859- Centro, Campinas.

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