Muita gente ainda não sabe que as universidades públicas no Brasil são públicas. Não, não é um erro de escrita meu. Estou querendo dizer que são espaços onde por direito qualquer pessoa pode ir e utilizar, onde existem programas destinados especificamente para quem não prestou vestibular. Tão importante que é um pilar dos princípios acadêmicos brasileiros: a extensão, junto com a pesquisa e o ensino.Dito isso, hoje tem o projeto intitulado "Aulas Magistrais", onde professores conceituados da UNICAMP farão exposições sobre suas pesquisas, pensando num público mais geral.
30 de junho - 13h - sala CB15 (Ciclo Básico da UNICAMP) Prof. Dr. Sidney Chalhoub "O problema da liberdade no tempo da escravidão (Brasil, século XIX)"
Grátis!!!
Ah, depois vai tudo parar na Internet, no site da PRG-UNICAMP. Dá uma olhada lá!
obs: só está disponível no site a primeira palestra, quando sair o resto eu posto...
"Este ato inicia uma campanha contra os que não permitem que nos organizemos para lutar por nossos direitos. Não vamos aceitar que nos calem! LUTAR NÃO É CRIME!!!"
9 de abril – 14h - MIS (Museu de Imagem e Som)
Mesa de discussão – “Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais” com representantes do MST, MTD, MTST e Flaskô
10 de abril – a partir das 10h - Escola EMEF Oziel Alves Pereira (Rua Fauze Selhe, S/N – Pq. Oziel –
Campinas)
Hip Hop, samba, moda de viola, batucada, teatro de rua
Organização: MST e MTD
Apoio: Sindicato dos Metalurgicos de Campinas e Região, Sindicato Quimicos
Unificados, Sindicato dos Petroleiros, da Construção Civil, Sinergia,
Flaskô, MTST, DCE- Unicamp, ABRAÇO, Camará – comunicação e educação popular
O Coletivo de Comunicadores Populares foi rápido e ajudou a divulgar. E você, qual sua posição nessa história?O LEVANTE CULTURA convida a todos para o Ato Público que realizará no dia 7 de abril próximo, quarta feira, às 10h no Largo do Rosário.
"Mais uma vez este Movimento vem a público manifestar o repúdio à ausência de políticas públicas que promovam ações continuadas à altura da demanda da comunidade artística e cultural de Campinas. Não concordamos com a postura de uma secretaria que executa somente uma política de eventos como carnaval, festa junina e natal, ignorando a quantidade e qualidade das diversas linguagens artísticas e de projetos culturais produzidos nesta cidade, o que obriga seus representantes a saírem de seu município de contribuição fiscal com seus trabalhos, impedindo que a sociedade campineira usufrua desta produção.
Também não concordamos com a política de “balcão” comumente utilizada pelo secretário e responsáveis da secretaria de Cultura, que distribui espaços, trabalhos e remunerações a seu bel prazer, sem nenhum critério de transparência quanto à concorrência pública, digna de qualquer princípio democrático.
Farão parte desta manifestação, representantes de variados segmentos das Artes e da Cultura de Campinas, cada vez mais indignados com o desrespeito, descaso e desqualificação dos responsáveis pela Secretaria de Cultura no cumprimento de sua função pública junto à sociedade
Campineira.
Apresentaremos cenas, cantaremos músicas faremos sketchs, performances e leremos nosso II* MANIFESTO, em público.
VENHA E APÓIE A LUTA DE ARTISTAS E PRODUTORES CULTURAIS PARA QUE CAMPINAS USUFRUA DE SUA PRÓPRIA PRODUÇÃO CULTURAL".
Ildo Sauer: professor da USP (matriz energética e modelos de exploração)Muhammed Habib: professor da UNICAMP (exploração sustentada do petróleo e gás e os impactos ambientais)
Oswaldo Seva: professor da UNICAMP (impactos socio-econômicos e ambientas nas regiões de exploração e refino de petróleo)
Lá no auditório do Instituto de Química da UNICAMP. Grátis!
Crise atual, perspectivas do mercado e das relações de trabalho e os desafios do sindicalismo no Brasil
Mais do módulo "Reflexões sobre a crise e o futuro do trabalho":
Crise atual, perspectivas do mercado e das relações de trabalho e os desafios do sindicalismo no Brasil
Palestrante:
José Ricardo Barbosa Gonçalves, professor do IE e pesquisador do CESIT;
Debatedores:
Clemente Ganz Lucio – Diretor técnico do Dieese
Anselmo Santos, economista e pesquisador do CESIT
Dia 24 de novembro às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h.
Perspectivas ocupacionais no capitalismo atual
"A tendência recente de reorganização da economia vai extinguindo e recriando ocupações, redefinindo as profissões com profundos impactos na forma de inserção dos indivíduos na sociedade e nas próprias possibilidades de organização social. Como a crise atual e seus desdobramentos afetam a qualidade das ocupações geradas? Que tipo de políticas públicas são mais importantes diante das perspectivas traçadas?".Palestrante: Marcio Pochmann, Presidente do IPEA
Debatedor: Cláudio Leopoldo Salm, professor da UFRJ
Dia 17 de novembro às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h
Começa mais um módulo no Espaço CPFL, todas às terças-feiras:
"O trabalho vem passando por profundas transformações nas últimas décadas, oriundas sobretudo do processo de reorganização da ordem econômica com a globalização e com as expressivas inovações tecnológicas. São mudanças que contêm componentes estruturais, pois é necessário cada vez menos trabalho para uma produção cada vez maior de bens. Ao mesmo tempo, novas necessidades vão sendo criadas, especialmente na área de serviços. Tudo isso em um contexto de globalização na qual as decisões de política econômica estão subordinadas à hegemonia do mercado financeiro, em um cenário de capitalismo flexível no qual as estratégias empresariais estão voltadas - processos que vão alterando o quadro das ocupações e das relações de trabalho, tornando-as mais efêmeras e flexíveis. Em paralelo, vai se alterando o papel dos sindicatos, que necessitam responder aos desafios de um mundo do trabalho em transformação.
Recentemente, acrescentam-se novos componentes: de um lado, a crise mundial faz aumentar dramaticamente o desemprego e fragilizou ainda mais o poder de negociação dos trabalhadores; de outro lado a necessidade de considerar de forma mais consistente a sustentabilidade do modelo de desenvolvimento, com preservação do meio ambiente, requer uma redefinição dos padrões de consumo, o que irá impactar sobre o trabalho em diversos setores da economia.
No caso brasileiro, inserido na lógica das transformações acima anunciadas, há a necessidade de obtermos um grau maior de desenvolvimento para poder suprir diversas necessidades básicas ainda parcialmente atendidas para o conjunto da população, tais como os serviços sociais e de infra-estrutura, o que implica incluir a reconfiguração do trabalho num projeto de desenvolvimento de longo prazo.
Com a finalidade de discutir os impactos das transformações na sociedade globalizada e da atual crise mundial sobre a esfera do trabalho (o quadro das ocupações, o perfil dos trabalhadores, o padrão qualitativo das ocupações, as relações de trabalho e o papel dos sindicatos0 será realizado um ciclo de palestras no mês de novembro, como pode ser observado abaixo. O objetivo é fazer uma reflexão sobre as perspectivas do trabalho no contexto atual, com ênfase no Brasil".
A curadoria é de José Dari Krein:
Professor do Instituto de Economia / UNICAMP e pesquisador do CESIT – Centro de Estudo Sindicais e Economia do Trabalho, é Doutor em Economia Social e do Trabalho. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Título: As tendências recentes nas relações de emprego no Brasil: 1990-2005.Hoje, presidente da ABET – Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (gestão 2008-2009)
'Nos últimos 10 anos, estimulados pelos intensos debates sobre as responsabilidades e tarefas que são exigidas para enfrentar a crise ambiental, tem sido destacado o papel e o poder dos indivíduos em operar mudanças por meio de um consumo cada vez mais responsável de bens e serviços. Reconhecer a possibilidade desse protagonismo, é o eixo desta série, em oposição à idéia de que apenas processos sociais orientados por políticas públicas podem mudar a realidade. Sem diminuir a importância das esferas política e social coletivas, a discussão que desejamos promover com este módulo aborda aspectos éticos e culturais que orientam as ações dos cidadãos comuns em seu dia-a-dia', adianta a curadora".
Saiba mais sobre o módulo "Sustentabilidade ao nosso alcance: mudando hábitos e atitudes".
Programação:
5 de novembro – 19h
“Sustentabilidade aqui e agora: aprender a enxergar o novo”
Com Samyra Crespo, secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.
12 de novembro – 19h
“Sustentar o comportamento ético desde a infância”
Com Angélica Moura Goulart, presidente da Fundação Xuxa Meneguel.
19 de novembro – 19h
“Dizer não ao consumo predatório - é possível?”
Com Ricardo Guimarães, presidente fundador da Thymus Branding, membro do Conselho Deliberativo do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, do Conselho Curador da FNQ - Fundação Nacional da Qualidade.
26 de novembro – 19h
“Conservar o que é nosso - a ética do cuidar”
Com Deise Maria Paulo, diretora executiva da APN - Associação do Patrimônio Privado Natural / Rio de
"Discutir as perspectivas do trabalho em um capitalismo em transformação e suas implicações para o trabalho. Estamos caminhando rumo a uma sociedade pós-industrial? Está prevalecendo uma sociedade do conhecimento? A globalização está produzindo uma sociedade em rede? Como estas mudanças afetam o emprego e a distribuição de renda?".
Palestrante:
Carlos Alonso Barbosa de Oliveira, Professor do Instituto de Economia, pesquisador do CESIT
Debatedores:
Davi Jose Nardy Antunes, Professor da FACAMP
Marcelo Weishaupt Proni - Professor do Instituto de Economia.
Dia 3 de novembro às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h
Este é o novo módulo do Espaço CPFL, a ser debatido toda as terças-feiras do mês de novembro:
"O trabalho vem passando por profundas transformações nas últimas décadas, oriundas sobretudo do processo de reorganização da ordem econômica com a globalização e com as expressivas inovações tecnológicas. São mudanças que contêm componentes estruturais, pois é necessário cada vez menos trabalho para uma produção cada vez maior de bens. Ao mesmo tempo, novas necessidades vão sendo criadas, especialmente na área de serviços. Tudo isso em um contexto de globalização na qual as decisões de política econômica estão subordinadas à hegemonia do mercado financeiro, em um cenário de capitalismo flexível no qual as estratégias empresariais estão voltadas - processos que vão alterando o quadro das ocupações e das relações de trabalho, tornando-as mais efêmeras e flexíveis. Em paralelo, vai se alterando o papel dos sindicatos, que necessitam responder aos desafios de um mundo do trabalho em transformação.Recentemente, acrescentam-se novos componentes: de um lado, a crise mundial faz aumentar dramaticamente o desemprego e fragilizou ainda mais o poder de negociação dos trabalhadores; de outro lado a necessidade de considerar de forma mais consistente a sustentabilidade do modelo de desenvolvimento, com preservação do meio ambiente, requer uma redefinição dos padrões de consumo, o que irá impactar sobre o trabalho em diversos setores da economia.
No caso brasileiro, inserido na lógica das transformações acima anunciadas, há a necessidade de obtermos um grau maior de desenvolvimento para poder suprir diversas necessidades básicas ainda parcialmente atendidas para o conjunto da população, tais como os serviços sociais e de infra-estrutura, o que implica incluir a reconfiguração do trabalho num projeto de desenvolvimento de longo prazo.
Com a finalidade de discutir os impactos das transformações na sociedade globalizada e da atual crise mundial sobre a esfera do trabalho (o quadro das ocupações, o perfil dos trabalhadores, o padrão qualitativo das ocupações, as relações de trabalho e o papel dos sindicatos0 será realizado um ciclo de palestras no mês de novembro, como pode ser observado abaixo. O objetivo é fazer uma reflexão sobre as perspectivas do trabalho no contexto atual, com ênfase no Brasil".
A curadoria é de José Dari Krein:
José Dari Krein é Professor do Instituto de Economia / UNICAMP e pesquisador do CESIT – Centro de Estudo Sindicais e Economia do Trabalho, é Doutor em Economia Social e do Trabalho. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Título: As tendências recentes nas relações de emprego no Brasil: 1990-2005.Hoje, presidente da ABET – Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (gestão 2008-2009)
Até mais,
Gabriel Rapassi
Assessor Técnico
Secretaria Municipal de Cultura"

"A Eficiência Energética está diretamente relacionada ao consumo racional de energia, combatendo o desperdício e reduzindo custos e investimentos setoriais. A maioria das medidas de eficiência adotadas atualmente no mundo é de caráter voluntário e aplicadas desde a década de setenta, por conta dos choques dos preços do petróleo em 1973 e 1979, predominantemente de caráter educacional. Na década seguinte, inúmeros países adotaram programas envolvendo medidas de otimização de energia. Nos anos 90, definitivamente a questão da energia ficou estabelecida na agenda mundial, tornando-se discussão entre os principais líderes governamentais e empresariais nos diversos foros internacionais. No atual contexto do setor energético mundial, a forma como produzimos, transportamos e consumimos energia passou a ter implicações determinantes na geopolítica internacional, com impactos no desenvolvimento sócio-econômico e ambiental. Contudo, as políticas e medidas desenhadas para lidar com essas questões não são uniformes e o Brasil, como um dos maiores atores mundial nesse contexto da energia, tem particularidades importantes que precisam ser consideradas. O país possui uma matriz energética limpa, mas tem um consumo per capta baixo e o preço da energia é fator importante para determinados segmentos produtivos e em especial para a faixa mais baixa da população. Com essas características, é oportuna a discussão em torno do aproveitamento de nossas reservas energéticas limpas, considerando a penetração no país de uma nova onda de produtos e serviços voltados para a Eficiência Energética, os preços crescentes da energia e os impactos ambientais. Entretanto, há outro lado desse tema que nos mostra que também é possível ter uma redução significativa do consumo de energia por meio de políticas robustas de Eficiência Energética (EE), reduzindo assim o aumento da oferta e os preços. A importância da Eficiência Energética para o desenvolvimento sustentável de um país é crescente e ao longo desses 25 anos o Brasil acumulou experiência em EE que já produz resultados. Com uma visão integrada das cadeias energéticas, torna-se decisivo questionar o papel da EE no modelo de desenvolvimento necessário para os próximos anos, a posição que o Brasil deverá ocupar na agenda das negociações internacionais sobre a energia e o meio ambiente. Além disso, não podemos nos eximir das vantagens adicionais e benefícios que podemos obter com políticas de EE bem definidas e implantadas".Curador: Paulo Cezar Coelho Tavares - Mestre em Controle de Sistemas de Potência pela Unicamp, pós-graduado em finanças pelo IBMEC, com passagens pela Chesf, Eletrobrás, responsável pelo Programa Nacional de Conservação de Energia (PROCEL) e Vice-Presidente de Gestão de Energia da CPFL Energia.
6 de outubro – 19h
A Eficiência Energética no contexto mundial e os programas do Brasil e dos Estados Unidos.
José Goldemberg – Professor da USP, Doutor em Ciências Físicas pela Universidade de São Paulo, da qual foi Reitor de 1986 a 1990. Foi Presidente da Companhia Energética de São Paulo (CESP), Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Secretário de Ciência e Tecnologia, Secretário do Meio Ambiente da Presidência da República e Ministro de Estado da Educação do Governo Federal.
Howard Geller – Diretor Executivo Southwest Energy Efficiency Project (SWEEP). Conduziu estudos de Eficiência Energética para concessionárias de energia, organizações governamentais e agências internacionais, além de ser autor ou co-autor de quatro livros.
13 de outubro – 19h
A Abordagem Ambiental na Matriz Energética Brasileira: Desafios
Izabella Teixeira - Secretária-Executiva do Ministério do Meio Ambiente, graduada em Bacharelado Em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1983, especialização em Elaboração Análise e Gerenciamento de Projetos de pela Escola Brasileira de Administração Pública do Distrito Federal (1989) e mestrado em Planejamento Energético pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998).
20 de outubro – 19h
Os benefícios da redução do desperdício de energia para a população.
Alexandre Novgorodcev – Coordenador do PBE/INMETRO. Formado em Engenharia Mecânica pela UNB em 1975. Especialização em Normalização e certificação na DIN da Alemanha e na AFNOR da França.
Marcelo Furtado – Diretor Executivo Greenpeace. Formado em Engenharia Química com especialização em Administração e mestrando na Engenharia Elétrica - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Trabalhou na indústria química, e foi consultor para desenvolvimento de projetos.
27 de outubro – 19h
A Eficiência Energética como um vetor de aumento da competitividade do setor empresarial brasileiro
Ricardo David – Presidente da ABESCO - Engenheiro Eletricista e pós-graduado pela Universidade Federal da Bahia. Atuou como Gerente de Energia da Petrobras durante 10 anos. Sócio Diretor da ECOLUZ S.A e Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia. Atuou como consultor em uso eficiente e racional de energia na Petrobras, Banco Mundial, Eletrobrás, Fundacion Chile, Grupo Pão de Açucar, EMBRAER, entre outras.
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