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| http://www.cpflcultura.com.br/ |
"Não é incomum escutarmos que as novas gerações em países democráticos, ou não, comparadas com outras do passado, estão distanciadas do poder e encontram-se alienadas da política. Quando os indivíduos que se submetem ao poder e às suas ordenações se distanciam ou mesmo se mostram indiferentes a ele, parece que a política é fonte de desinteresse e a democracia nada mais é do que um conceito entre outros. Mas, ao invés de pensarmos que vivemos um período de decadência talvez seja o caso de nos perguntarmos pelo modo como agem os novos atores da política. Quem são eles?", reflete o filósofo.
Entrada franca, ou veja ao vivo: site www.cpflcultura.com.br/aovivo.

A segunda assembléia geral do "Fórum de Cultura" de Campinas, acontece no dia 16, quarta-feira. Começa as 19:00hs na sede da Academia Campinense de Letras.
A diretora executiva, Maria Inês Saba, informa que o Fórum de Cultura de Campinas convida a comunidade artística, membros do Fórum de Cultura, Conselheiros e interessados em:
1. continuidade aos debates públicos do Anteprojeto do PLANO MUNICIPAL DE CULTURA DE CAMPINAS elaborado e proposto pelo Fórum - Itens III, IV e V. itens I e II já debatidos.
2. Posicionamento do Forum a respeito do projeto do Sr. Prefeito, atualmente em tramitação em regime de urgência na Câmara Municipal de Campinas, que autoriza a prefeitura a contratar OSs (Organizações Sociais) para gerir serviços públicos nas áreas de Educação, Saúde, Esportese Cultura. Íntegra do projeto: http://blog.us2.list-manage.com/track/click?u=801109512df506cde8df35a13&id=d415cb18d8&e=f7b60095e3
Solicita-se às pessoas que comparecerem:
que LEVEM OS TEXTOS IMPRESSOS, pois o Fórum não possui recursos para cópias e distribuição (é só pedir que enviamos os textos cultcps@gmail.com)
que LEIAM previamente os itens III – Descentralização / Casas de Cultura; IV- Equipamentos públicos - Museus / Bibliotecas e V – Economia da Cultura, que serão os itens em discussão.
Se forem sugerir alguma alteração, já REDIJAM O TEXTO ANTECIPADAMENTE.
O não atendimento a estas solicitações não impede, evidentemente, o participante da assembleia de formular propostas de alteração de texto ou inclusão, pois as sugestões são sempre muito bem-vindas.
A proposta será encaminhada ao Sr. Prefeito Municipal; Sra. Secretária Municipal de Cultura e á Câmara Municipal de Campinas para se tornar lei.
Academia Campinense: Rua Marechal Deodoro, n. 525 (esquina com Rua Visconde do Rio Branco).
Na próxima segunda-feira, dia 14/fevereiro, os vereadores de Campinas devem votar o Projeto de Lei 29/2011, que regulamenta as Organizações Sociais no município de Campinas.
O projeto foi apresentado pela Prefeitura há poucos dias, mas já entrou em pauta porque foi aprovado um Requerimento de Urgência apresentado pelo vereador Francisco Sellin, líder do governo Hélio na Câmara.
Ao propor o regime de urgência, a intenção da prefeitura é bem clara: aprovar o projeto "a toque de caixa", sem a discussão necessária para um assunto tão polêmico.
Até agora, os vereadores da base do governo não deram abertura para negociar a retirada do regime de urgência. Não foi por falta de pressão: nesta quinta-feira (10) o Plenário da Câmara foi lotado por manifestantes contrários ao projeto, durante um debate promovido pela Comissão Permanente de Política Social e Saúde.
Contra o "rolo compressor" do governo municipal, só temos uma arma: a mobilização! Vamos todos à Câmara Municipal na segunda-feira (14), a partir das 18h00!
O Plenário da Câmara fica na Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66 (esquina com Avenida da Saudade). O acesso é livre a qualquer pessoa interessada em acompanhar a sessão. A sessão está marcada para começar às 18h00, mas quem trabalha até as 19h00 também deve ir assim que puder!
Já que os vereadores devem satisfação a nós eleitores, também podemos cobrá-los de outras maneiras. A página da Câmara tem uma lista com nomes, e-mails e telefones dos gabinetes de todos os 33 vereadores (para ver o telefone é só clicar no nome do vereador).
É hora de escrever e telefonar, cobrando o voto contrário ao Projeto de Lei 29/2011! Os vereadores não podem aceitar o atropelo imposto pelo prefeito!
Por que motivos devemos ser contra a Lei das Organizações Sociais?
Se for aprovado, o projeto vai permitir que a Prefeitura entregue para entidades privadas a gestão de serviços nas áreas da saúde, educação, cultura, esporte e lazer. Ou seja: em vez de investir na qualificação do serviço público, a Prefeitura terceiriza e privatiza os serviços.
Exemplos em todo o Brasil têm mostrado o quanto isso faz mal para os usuários e para os trabalhadores, que podem ser "escolhidos a dedo" (sem concurso) e são regidos pela CLT, sujeitos a demissão imotivada. Além disso, as OSs aumentam a margem para desvios de recursos públicos, já que são muito menos transparentes do que a própria administração pública.
Vale registrar também que se trata de um claro desrespeito ao Conselho Municipal de Saúde, que em 12/maio/2010 deliberou por ampla maioria pelo fim da terceirização da gestão do Complexo Hospitalar Ouro Verde (atualmente gerenciado por uma Organização Social, a SPDM, mesmo sem legislação municipal a respeito). Já em agosto/2010 o mesmo Conselho aprovou a criação de uma Fundação Estatal de Direito Privado para gestão do hospital, contando inclusive com o apoio explícito e os votos dos representantes da Prefeitura.
Além disso, a legislação federal das OSs é alvo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal e já motivou a criação de uma Frente pela Procedência da ADIN 1923, que já conta com mais de 300 entidades, além de um abaixo-assinado com mais de 5.000 assinaturas.
Vamos todos nos unir contra esse absurdo!
(Boletim elaborado pela Comissão Executiva do CEBES - Centro Brasileiro de Estudos de Saúde - Campinas
Contato: cebescampinas@gmail.com
As informações do CEBES Campinas também são divulgadas no endereço www.cebescampinas.blog.br , do CEBES Nacional é o www.cebes.org.br)
A primeira assembléia acontece amanhã (sábado, 22/01) no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas, contando com a presença da Sra. Secretária e Sr. Diretor Municipal de Cultura de Campinas.
A Pauta agendada, com abertura ás 10h00 e termino ás 13h00, é a seguinte:
- Abertura da Assembléia - Considerações pela Presidente do Fórum de Campinas – 1'2.
- Apresentação final e ratificação do ANTEPROJETO DO PLANO MUNICIPAL DE CULTURA – 150'3.
- Composição e votação dos membros do CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE CAMPINAS - gestão 2011/2013 – 30'
O evento é aberto ao público. A vice-presidente do Fórum de Cultura de Campinas, Roberta Amaral aponta que:
"A presença de todos é muito importante para a discussão harmoniosa e produtiva à respeito de políticas públicas para os segmentos culturais e artísticos da cidade. É nesses encontros que podemos ter a oportunidade de expressar nossas opiniões e sugestões com a certeza de estar em lugar legítimo para representar a sociedade civil, o Fórum de Cultura."
| Fórum Municipal de Cultura de Campinas 16/10/10 |
| Representante da Secretária de Cultura de Campinas |
| Movimento MIS no Palácio apresentando as propostas. |
| Parte da roda e parte do pessoal do Movimento MIS no Palácio |
| Puizé, tamozaê! |
Informativo recebido por e-mail:
2) Estamos enviando o texto que usaremos para panfletear (faça download neste link: http://www.miscampinas.com.br/ato-cultural.doc) neste sábado, dia 18/09, a partir das 10h, no Largo do Rosário (encontro em frente ao Palácio da Justiça). A recomendação é que todos imprimam o quanto puderem e divulguem. (outras versões são bem vindas, mas essa foi a que a comissão do ato cultural produziu). Imprimir também a folha de abaixo assinado (faça o download neste link: http://www.miscampinas.com.br/abaixo_assinado.doc) enviada pelo Celso Palermo.
Para esclarecer. Estamos convidando (e intimando também) a todos para estarem nesta primeira divulgação de nosso Ato Cultural pelo MIS no Palácio e pela Cultura-Arte de Campinas. Neste sábado, dia 18/09, haverá um comício do PT no Largo do Rosário e por isso aproveitaremos para recolhermos assinaturas para o abaixo assinado e panfletear junto com cartazes. Esta panfletagem é também um convite à população para o Ato Cultural do dia 25/09."
Fernando Yonezawa (coletivo dEVIR)
Comissão do Ato Cultural pelo MIS no Palácio
Recebi a notícia de que está em andamento um projeto para transformar o Palácio dos Azulejos, atual sede do MIS, na sala de visitas do poder executivo. Tô de cara.
Aqui você encontra a notícia que saiu no Correio Popular: http://www.viracopos.com.br/noticias_int.php?id=5313
E aqui, a carta a população e a petição online contra a transferência do Museu da Imagem e Som: http://www.miscampinas.com.br/peticao_online.php
Acrescento que não é enclausurando um espaço para atividades solenes e privando o acesso da população que traz reconhecimento do patrimônio histórico enquanto tal. O que Campinas nos deve, e é bem sabido, é investimento na área cultural. O descaso do poder público e da grande mídia contrasta com o empenho de funcionários e forças civis que fazem do museu um espaço vivo e ativo.
O Museu não é só acervo, não é depósito que se pode transportar de um lado ao outro. Significa muito mais, respira e desempenha funções no centro da cidade, promove encontros e debates. Só para citar algumas atividades e projetos que vão de vento em popa:
Pedagogia da Imagem: voltado para a formação audiovisual de educadores da rede pública. Promove a realização de projetos em conjunto com educadores, escolas, alunos e comunidade.
Cineclube: Todas as semanas, ciclos de filmes sobre os mais diversos temas e estilos. Um espaço livre não só para exibição, mas bate-papos riquíssimos.
Exposições temporárias: Além do acervo fixo, sempre há circulação de obras visuais, antigas ou atuais, de Campinas ou além, trazendo olhares diversos que dialogam com os olhares curiosos dos usuários/visitantes.
Sede de mostras, eventos e atividades de livre acesso: como a Mostra Luta e Mostra Curta: nos dá um panorama da produção audiovisual contemporânea.
AAMISC: Associação de Amigos do Museu de Imagem e Som de Campinas. Depois dessa sigla, precisa dizer mais?
Além de outras atividades que aí ocorrem. Desculpe não dar conta de todas, por favor, complementem nos comentários!
Se o argumento é que a maioria da população desconhece o museu (sic), porque invés de transformar o Museu em sala de visita, não abrir as portas aos finais de semana, quando a maioria da população está de folga do trabalho, por exemplo? Há sim atividades que funcionam nesses dias, graças aos funcionários e comunidade, o que falta mesmo é (boa) vontade do poder público, projetos de revitalização e tu-tu.
Como freqüentadora do MIS, acho um verdadeiro absurdo. Quantos filmes já vi, quando empenho acompanhei, quantos projetos já vi acontecerem e serem construídos, quanto o pessoal já ajudou na minha formação universitária e de tantos outros, quantos freqüentadores conheci, e, sobretudo, quanto potencial vejo podado por falta de recursos públicos. Como campineira, me sinto injustiçada e indignada com o fato de uma cidade tão grande, ter essa postura política em relação à cultura.
Muita gente ainda não sabe que as universidades públicas no Brasil são públicas. Não, não é um erro de escrita meu. Estou querendo dizer que são espaços onde por direito qualquer pessoa pode ir e utilizar, onde existem programas destinados especificamente para quem não prestou vestibular. Tão importante que é um pilar dos princípios acadêmicos brasileiros: a extensão, junto com a pesquisa e o ensino.Dito isso, hoje tem o projeto intitulado "Aulas Magistrais", onde professores conceituados da UNICAMP farão exposições sobre suas pesquisas, pensando num público mais geral.
30 de junho - 13h - sala CB15 (Ciclo Básico da UNICAMP) Prof. Dr. Sidney Chalhoub "O problema da liberdade no tempo da escravidão (Brasil, século XIX)"
Grátis!!!
Ah, depois vai tudo parar na Internet, no site da PRG-UNICAMP. Dá uma olhada lá!
obs: só está disponível no site a primeira palestra, quando sair o resto eu posto...
"Como mudam as pessoas, afinal? Movimentos culturais serão os catalisadores da mudança. Os líderes dos movimentos culturais não convencem pelo discurso, mas são aquilo que falam. A mudança na direção de um consumo consciente e mais sustentável não se dará pelo lado racional, mas pela inspiração, pela emoção e pelo desejo de fertilizar um novo solo. A liderança para a sustentabilidade não é baseada em um líder que levará os outros a um lugar melhor – esse lugar melhor, ou a sociedade sustentável, será construído coletivamente, no cotidiano, nas expressões culturais".Thaís Corral
"A trajetória de Thais Corral como empreendedora social teve início há 20 anos. Fundou a ONG Rede de Desenvolvimento Humano, REDEH, organização não governamental que traduziu no Brasil o movimento internacional que associava gênero e diretos humanos à questão ambiental. Foi também diretora de Formação da Coalizão SulSulNorte (SouthSouthNorth), organização pioneira no campo da mudança climática. É idealizadora do projeto Adapta Sertão, que promove um modelo inovador de adaptação à mudança climática no semi-árido do nordeste brasileiro. O projeto foi vencedor do Prêmio Seed 2008. É presidente do Conselho da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças, membro do conselho do LEAD Internacional e co-diretora do Global Leadership Network. Tem mestrado em administração pública pela Universidade de Harvard".
Dia 27 de abril às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h
Grátis!
No módulo sobre consumo e identidade, uma conversa com Silvio Meira:
"Na sociedade distribuída, as articulações em rede, principalmente as virtuais, têm o poder de provocar grandes transformações. Até onde o poder dos indivíduos levará à mudança?".Silvio Meira
"É paraibano de Taperoá, onde nasceu em 02/02/1955, e Pernambucano de coração. Meira fez Graduação em eletrônica no ITA (1977), Mestrado em Computação na UFPE (1981) e Doutorado em Computação na University of Kent at Canterbury (1985) e, hoje, é Professor Titular de Engenharia de Software do Centro de Informática da UFPE (como Professor de Graduação e Pós-Graduação) e Cientista-chefe do C.E.S.A.R, onde é responsável por descobrir perguntas (ao invés de arranjar respostas) e inovação em geral".
Dia 20 de abril às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h
Grátis!!
"Por que é necessária a transição para uma economia de baixo carbono, em que as fontes de energia terão de ser cada vez mais renováveis? Como nosso estilo de vida e nossos objetos de consumo levaram a tamanha insustentabilidade ambiental e social? Qual o papel do indivíduo nessa era de transição? Que tipo de consciência e responsabilidade ele precisará ter? Como os limites ambientais vão refletir no nosso estilo de vida? Como lidar com a frustração das sociedades emergentes que deverão abrir mão da “festa” consumista, sem nunca terem participado dela?".Sérgio Besserman
"Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Professor do Departamento de Economia da PUC-RJ, o ambientalista e economista carioca Sérgio Besserman Vianna estuda as consequências econômicas e sociais da mudança climática global desde 1992, tendo participado do Executive Program On Climate Change & Development, no Harvard Institute for International Development da Harvard University. Participou na missão brasileira em duas Conferências das Partes da Convenção-Quadro da Mudança Climática e da reunião C-40 ( cidades contra o aquecimento global ), em Nova Iorque em 2007, junto com outros 39 prefeitos de importantes cidades como Londres, Bogotá e Madri. É membro da ONG World Wide Fund for Nature (WWF), comentarista de Sustentabilidade da Globonews e de Cidade da rádio CBN. Besserman foi também diretor de planejamento do BNDES, presidente do IBGE e do Instituto Pereira Passos".
Dia 13 de abril às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h
Grátis!!!
"Este ato inicia uma campanha contra os que não permitem que nos organizemos para lutar por nossos direitos. Não vamos aceitar que nos calem! LUTAR NÃO É CRIME!!!"
9 de abril – 14h - MIS (Museu de Imagem e Som)
Mesa de discussão – “Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais” com representantes do MST, MTD, MTST e Flaskô
10 de abril – a partir das 10h - Escola EMEF Oziel Alves Pereira (Rua Fauze Selhe, S/N – Pq. Oziel –
Campinas)
Hip Hop, samba, moda de viola, batucada, teatro de rua
Organização: MST e MTD
Apoio: Sindicato dos Metalurgicos de Campinas e Região, Sindicato Quimicos
Unificados, Sindicato dos Petroleiros, da Construção Civil, Sinergia,
Flaskô, MTST, DCE- Unicamp, ABRAÇO, Camará – comunicação e educação popular
"Os objetos de consumo são elementos de distinção, de expressão da identidade pessoal (ou de uma classe), e essa definição atravessa épocas e culturas. Há, entretanto, claros limites ambientais, sociais e econômicos ao atual modelo de consumo, que precisa passar a levar em conta esses limites. Como lidar com o paradoxo de ter um consumo voltado para o bem estar coletivo mantendo o processo de construção da identidade individual? Ou a relação entre consumo e a identidade numa sociedade sustentável seria apenas o outro lado da mesma moeda, ou seja, mudariam os objetos de distinção, mas continuaria a haver a valorização da distinção?".Lívia Barbosa
"É doutora em Antropologia Social pela UFRJ, com pós-doutorado na Universidade de Tóquio. É diretora de pesquisa do Centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing e foi professora visitante na York University (Inglaterra) e na Notre Dame University (EUA). É autora e co-autora de vários livros, entre os quais Cultura, Consumo e Identidade, O Brasil não é para Principantes e Consumo: Cosmologias e Sociabilidade".
Dia 6 de abril às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h
Grátis!!!

"Como será o consumo em um modelo de civilização sustentável, que permita atender às necessidades da atual população sem comprometer as gerações futuras?
O modelo e o padrão de consumo hoje são insustentáveis, tanto no aspecto ambiental como no social e no econômico. Os 6,7 bilhões de habitantes do planeta já consomem mais recursos do que a Terra é capaz de repor. Examinar o perfil mundial do acesso ao mercado, entretanto, é ver o retrato da injustiça: enquanto algumas pessoas têm demais, cerca de 30% da população mundial não consegue nem o básico para viver, pois está abaixo da linha da pobreza. Do ponto de vista econômico, o crescimento baseado no excesso de consumo, como aconteceu nos Estados Unidos nos anos precedentes à crise iniciada em 2008, revela-se um pilar frágil demais para durar muito tempo.
O consumo, por outro lado, tem um papel fundamental nas relações sociais. Hoje, na cultura globalizada, o consumo é um elemento formador da identidade. O modelo valorizado, porém, é insustentável: baseia-se na acumulação, no excesso, na obsolescência programada, na posse em detrimento do uso. Como seria a relação entre consumo e identidade numa sociedade sustentável? Como enfrentar o desafio de passar do fóssil para o renovável, do individual para o compartilhado, do material para o virtual? É possível que os objetos de consumo percam o caráter de expressão individual para serem adquiridos em função do bem-estar coletivo?
O módulo se inicia com uma palestra que discute os fundamentos da sociedade de consumo e reflete sobre a possibilidade de um consumo que leva em conta a sustentabilidade. A segunda palestra fala sobre o papel do consumidor na transição de uma sociedade insustentável – baseada na queima de combustíveis fósseis – para uma sociedade sustentável, que terá de encontrar outras maneiras de produzir energia para mover seu estilo de vida.
A terceira palestra contará com dois palestrantes para debater a sociedade em rede, a mudança e o poder dos indivíduos. A última palestra refletirá sobre o processo de transformação para a sociedade imaterial e qual o impacto que isso terá nos indivíduos e consumidores".
Helio Mattar
"É diretor-presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, do qual é idealizador e co-fundador. Foi Secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e diretor-presidente da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente. Executivo durante 22 anos em empresas nacionais e multinacionais, bem como em suas próprias empresas, é também co-fundador e membro do Conselho do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social".
O Coletivo de Comunicadores Populares foi rápido e ajudou a divulgar. E você, qual sua posição nessa história?O LEVANTE CULTURA convida a todos para o Ato Público que realizará no dia 7 de abril próximo, quarta feira, às 10h no Largo do Rosário.
"Mais uma vez este Movimento vem a público manifestar o repúdio à ausência de políticas públicas que promovam ações continuadas à altura da demanda da comunidade artística e cultural de Campinas. Não concordamos com a postura de uma secretaria que executa somente uma política de eventos como carnaval, festa junina e natal, ignorando a quantidade e qualidade das diversas linguagens artísticas e de projetos culturais produzidos nesta cidade, o que obriga seus representantes a saírem de seu município de contribuição fiscal com seus trabalhos, impedindo que a sociedade campineira usufrua desta produção.
Também não concordamos com a política de “balcão” comumente utilizada pelo secretário e responsáveis da secretaria de Cultura, que distribui espaços, trabalhos e remunerações a seu bel prazer, sem nenhum critério de transparência quanto à concorrência pública, digna de qualquer princípio democrático.
Farão parte desta manifestação, representantes de variados segmentos das Artes e da Cultura de Campinas, cada vez mais indignados com o desrespeito, descaso e desqualificação dos responsáveis pela Secretaria de Cultura no cumprimento de sua função pública junto à sociedade
Campineira.
Apresentaremos cenas, cantaremos músicas faremos sketchs, performances e leremos nosso II* MANIFESTO, em público.
VENHA E APÓIE A LUTA DE ARTISTAS E PRODUTORES CULTURAIS PARA QUE CAMPINAS USUFRUA DE SUA PRÓPRIA PRODUÇÃO CULTURAL".
Ildo Sauer: professor da USP (matriz energética e modelos de exploração)Muhammed Habib: professor da UNICAMP (exploração sustentada do petróleo e gás e os impactos ambientais)
Oswaldo Seva: professor da UNICAMP (impactos socio-econômicos e ambientas nas regiões de exploração e refino de petróleo)
Lá no auditório do Instituto de Química da UNICAMP. Grátis!
Enfim, na primeira Assembléia do ano, foram eleitos os representantes do Fórum. Esta Segunda está dividida em três assuntos: organização do calendário 2010, os temas a serem tratados e a discussão sobre a consolidação das reuniões de pré Conselho, com intuito de fortalecer a participação da sociedade civil na política cultural da cidade. Como diz no edital de convocação:
"Análise e votação da sugestão do Forum aos Conselheiros de Cultura indicados pelo Forum, para realização de reuniões prévias das reuniões do Conselho de Cultura (“REUNIÃO DE PRÉ-CONSELHO”), para posicionamento prévio dos representantes da Sociedade Civil (e não dos representantes do Poder Público) em relação aos temas pautados para a reunião desse Conselho, de modo a organizar a participação da Sociedade Civil nesse evento de grande importância para a cultura local.
Há uma demanda do Forum no sentido de que os representantes da sociedade civil no Conselho Municipal de Cultura afinem suas idéias, decisões e condutas para que as demandas do fórum sejam efetivamente levadas ao Conselho e lá votadas. Atuando em bloco, os representantes do Forum (que mais não são que representantes da sociedade civil cultural organizada) têm maioria no conselho e podem fazer valer suas decisões. Uma das idéias que surgiu seria de realizar-se uma reunião obrigatória dos representantes do fórum no conselho, uma semana antes das reuniões do Conselho. O Conselho se reúne sempre na última 4ª. feira de cada mês. Assim, as reuniões dos representantes do fórum (muitos deles membros da executiva) poderiam acontecer na penúltima 4ª. feira de cada mês."
Segue o Edital de Convocação completo abaixo, recebido por Nando , valeu!
- Análise e votação do calendário das assembléias ordinárias do Forum para o ano de 2010 (ver programação abaixo)
- Análise e votação dos temas culturais principais a serem debatidos nas assembléias do primeiro semestre.
- Análise e votação da sugestão do Forum aos Conselheiros de Cultura indicados pelo Forum, para realização de reuniões prévias das reuniões do Conselho de Cultura (“Reunião de Pré-Conselho”), para posicionamento prévio dos representantes da Sociedade Civil (e não dos representantes do Poder Público) em relação aos temas pautados para a reunião desse Conselho, de modo a organizar a participação da Sociedade Civil nesse evento de grande importância para a cultura local.
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