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A CPFL Energia e o Ministério da Cultura convidam o público para uma viagem pelos caminhos de duas culturas fortes, decisivas, na formação da humanidade. Em Memória e Altar, o visitante terá oportunidade de conhecer coleções de arte africana e da América pré-colombiana de um dos maiores acervos privados existentes no país, criado pelo professor Rogério Cezar de Cerqueira Leite ao longo de muitos anos de dedicação e pesquisa.
Na coleção africana, destacam-se peças da Costa do Marfim, Nigéria, Camarões, Congo, Gabão, Senegal, Angola, BurkinaFaso, Senegal, Tanzânia, Etiópia, entre outros países. O conjunto permite a contemplação de exemplares provenientes de povos com os Dan, Baolé, Anang, Yoruba, Bulu, Moba, Pende, Bantu, Pumu, Fang, Dogon e Sakuma, informa a pesquisadora Renata Bittencourt, pesquisadora e gerente de Educação Cultural do Itaú Cultural.
No recorte da coleção pré-colombiana, o público terá oportunidade de conhecer, através dos artefatos, povos indígenas que viveram na América antes da chegada dos primeiros colonizadores, suas sociedades e religiões. “À época do contato com os europeus, muitas civilizações americanas já eram milenares, tendo passado por momentos de auge e de colapso, portanto, tiveram uma trajetória histórica como qualquer outra sociedade historicamente conhecida”, informa o professor Alexandre Navarro, do Centro de Ciências Humanas, da Universidade Federal do Maranhão.
(*Até as 22h nos dias de programação)
Agendamento de grupos pelo telefone (19) 3756-8000 de terça a sexta das 10h às 17h
"O SESC SP, por meio do indigenista Ulysses Fernandes, mantém contato desde 2001 com etnias da Terra Indígena do Xingu, em Mato Grosso. Durante esse tempo, foram registrados 25 jogos e brincadeiras na Aldeia Kalapalo. O livro
"Jogos e Brincadeiras na Cultura Kalapalo", de autoria de Marina Herrero e Ulysses Fernandes, traz fotos de adornos, objetos, armas e máscaras, e o volume vem acompanhado de um DVD documentário".
12/nov - 15h - Oficina de Jogos e Brincadeiras Kalapalo
"Oficina aberta sober as brincadeiras e os jogos da etnia Kalapalo. É uma oportunidade de aprender como se brinca nas aldeias, onde o prazer de se divertir é mais importante do que competir. Na Área de Convivência".
12/nov - 20h - Roda de Convivência e Intervenção Kalapalo.
"Bate papo informal entre os autores do livro "Jogos e Brincadeiras da Cultura Kalapalo", Marina Herrero e Ulysses Fernandes, com a presença do cacique Faremã Kalapalo. Após o bate papo, seis indígenas da etnia Kalapalo interagem com o público. Na Área de Convivência".
Lá no SESC e grátis!
Imperdível!
"Jogos e Brincadeiras na Cultura Kalapalo", de autoria de Marina Herrero e Ulysses Fernandes, traz fotos de adornos, objetos, armas e máscaras, e o volume vem acompanhado de um DVD documentário".12/nov - 15h - Oficina de Jogos e Brincadeiras Kalapalo
"Oficina aberta sober as brincadeiras e os jogos da etnia Kalapalo. É uma oportunidade de aprender como se brinca nas aldeias, onde o prazer de se divertir é mais importante do que competir. Na Área de Convivência".
12/nov - 20h - Roda de Convivência e Intervenção Kalapalo.
"Bate papo informal entre os autores do livro "Jogos e Brincadeiras da Cultura Kalapalo", Marina Herrero e Ulysses Fernandes, com a presença do cacique Faremã Kalapalo. Após o bate papo, seis indígenas da etnia Kalapalo interagem com o público. Na Área de Convivência".
Lá no SESC e grátis!
Imperdível!
Apareceu uma oficina interessante no SESC:"Baseado na técnica do trançado indígena, a oficina propicia ao público o conhecimento básico para o artesanato em folha de coqueiro. Com Dennys Toquetti. 20 vagas. Sala de Atividades 1".
Dia 13/nov (sábado), das 14h às 18h
$20 [inteira]
Não recomendado para menores de 14 anos
"Gosto muito de contar histórias. Histórias moram dentro da gente, lá no fundo do coração. Elas ficam quietinhas num canto. Parecem um pouco com a areia no fundo do rio: estão lá, bem tranqüilas, e só deixam sua tranqüilidade quando alguém as revolve. Aí elas se mostram"
(Daniel Munduruku)
"Neste encontro, Daniel Munduruku aborda questões ligadas à literatura indígena, que estabelece o diálogo entre o saber e a cultura oral de diversos povos com a escrita, expressão mais corrente nas sociedades ocidentais capitalistas. Indígena da nação Munduruku, Daniel é formado em Filosofia, mestrando em Antropologia Social na Universidade de São Paulo, educador e autor de Meu avô Apolinário, Coisas de Índio, Histórias de Índio e O Banquete dos Deuses, entre outros (Editora Fundação Peirópolis)."
Prepare a agenda! Veja só a programação da próxima semana no Sesc:
"Cotidianamente somos informados sobre uma nova inserção do Brasil no cenário geopolítico mundial. Este projeto coloca em discussão o que esta nova condição proporciona e implica para a Cultura, elaborando esta problemática a partir de nossa característica mais marcante: a diversidade cultural. Neste primeiro evento nos voltamos para a experiência recente dos povos indígenas com a apropriação das tecnologias digitais de produção de imagem."
21/9 (ter), às 19h30: Abertura: Pensando/Fazendo com os outros: por uma experiência de diálogo transcultural
"Vários povos tradicionais utilizam a roda para se organizar, transmitir e compartilhar conhecimentos. No caso dos índios Xavante, ela é chamada de Warã. Na abertura da semana, uma roda abordando o pensar e fazer com os outros, defendendo a possibilidade do estabelecimento de diálogos transculturais, problematizando os desafios e a urgência desta empreitada. Com Laymert Garcia dos Santos (foto), sociólogo (Unicamp); Pedro Peixoto Ferreira, antropólogo (UFSCar); Augusto Postigo, antropólogo (CERES/Unicamp); Aldemar Francisco e Marina Herrera, indigenista e coordenadora do programa Diversidade Cultural do SESC SP. No espaço Arena."
22/9 (qua) às 19h30: Cinema Xavante
"Projeção de vídeos do cineasta Xavante Caimi Waiassé. Tendo seu trabalho exibido na mostra de cinema étnico do MoMa de Nova York, premiado na Alemanha e no México, Caimi Waiassé foi formado na primeira safra de cineastas Xavante, introduzido à prática do vídeo e do cinema aos 13 anos de idade, escolhido pelos anciões da aldeia." Teatro SESC Campinas
"Vários povos tradicionais utilizam a roda para se organizar, transmitir e compartilhar conhecimentos. No caso dos índios Xavante, ela é chamada de Warã. Na abertura da semana, uma roda abordando o pensar e fazer com os outros, defendendo a possibilidade do estabelecimento de diálogos transculturais, problematizando os desafios e a urgência desta empreitada. Com Laymert Garcia dos Santos (foto), sociólogo (Unicamp); Pedro Peixoto Ferreira, antropólogo (UFSCar); Augusto Postigo, antropólogo (CERES/Unicamp); Aldemar Francisco e Marina Herrera, indigenista e coordenadora do programa Diversidade Cultural do SESC SP. No espaço Arena."22/9 (qua) às 19h30: Cinema Xavante

"Projeção de vídeos do cineasta Xavante Caimi Waiassé. Tendo seu trabalho exibido na mostra de cinema étnico do MoMa de Nova York, premiado na Alemanha e no México, Caimi Waiassé foi formado na primeira safra de cineastas Xavante, introduzido à prática do vídeo e do cinema aos 13 anos de idade, escolhido pelos anciões da aldeia." Teatro SESC Campinas
23/9 (qui) às 19h30: Pachamama (Eryk Rocha, Brasil, 2008, doc, 105’)
"O filme narra a viagem do diretor pela floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino. 'A América do Sul vive um momento particular: A terra está fertilizando a política. Não é uma experiência política tradicional, de esquerda, comunista ou socialista, mas uma experiência que vem de uma reflexão cultural (...). A ancestralidade desperta um novo olhar', explica o diretor." Teatro SESC Campinas.
"O filme narra a viagem do diretor pela floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino. 'A América do Sul vive um momento particular: A terra está fertilizando a política. Não é uma experiência política tradicional, de esquerda, comunista ou socialista, mas uma experiência que vem de uma reflexão cultural (...). A ancestralidade desperta um novo olhar', explica o diretor." Teatro SESC Campinas.
24/9 (sex) às 19h30: Imagens e Sentido
"Uma discussão a partir dos filmes da mostra, explorando o sentido político de diferentes regimes de imagens. Com Stella Senra, doutora em Ciências da Informação pela Universidade de Paris II, pesquisadora e escritora; Caimi Waiassé, cineasta Xavante, e Eryk Rocha, também cineasta, ambos premiados internacionalmente." Espaço Arena.
"Uma discussão a partir dos filmes da mostra, explorando o sentido político de diferentes regimes de imagens. Com Stella Senra, doutora em Ciências da Informação pela Universidade de Paris II, pesquisadora e escritora; Caimi Waiassé, cineasta Xavante, e Eryk Rocha, também cineasta, ambos premiados internacionalmente." Espaço Arena.
25/9 (sáb), das 14h às 18h: Vivência de vídeo

"Apresentação dos projetos transculturais e de apropriação tecnológica da aldeia Wede'rã, realizados através da Escola Indígena e do Ponto de Cultura, voltados para a formação dos jovens e fortalecimento e desenvolvimento de sua cultura e tradição. Projeção de fotos e vídeos. Com representantes enviados pela aldeia Xavante." 15 vagas. Inscrições na Central de Atendimento.
Curadoria: Francisco Caminati e Rafael Alves da Silva
Não custa lembrar: é grátis!
Mês de junho começando, e que venham as juninas! Esse final de semana estará colorido de oficinas e apresentações organizadas pelo Grupo de Pífanos Flautins Matuá. Na Praça do Coco, em Barão Geraldo (Rua Manuel Antunes Novo, S/N). Grátis!
Veja a programação:
5/6 (Sábado)
Oficinas:
9hs às 11hs Maracatu – com Maracatucá
9hs às 13hs Forno de barro – com Januário José Arquitetura
10hs às 12hs Carimbó – com Dona Celeste
10hs às 12hs Trançados indígenas na palha de coco – com Rodrigo Andreotti
11hs às 13hs Batucada – com Bateria Alcalina
Oficinas:
9hs às 11hs Maracatu – com Maracatucá
9hs às 13hs Forno de barro – com Januário José Arquitetura
10hs às 12hs Carimbó – com Dona Celeste
10hs às 12hs Trançados indígenas na palha de coco – com Rodrigo Andreotti
11hs às 13hs Batucada – com Bateria Alcalina
(Foto: Caixeiras da Guia)
Apresentações:
14hs - Banda de Pífanos de Caruaru
15hs - Maracatucá
16hs - Cantavento
17hs - Folia de Reis
18hs - João Arruda
19hs - Caixeiras da Guia
20hs - Bateria Alcalina
21hs - Taboca da Matta
6/6 (Domingo)
14hs - Banda de Pífanos de Caruaru
15hs - Maracatucá
16hs - Cantavento
17hs - Folia de Reis
18hs - João Arruda
19hs - Caixeiras da Guia
20hs - Bateria Alcalina
21hs - Taboca da Matta
6/6 (Domingo)
Oficinas:
9hs às 13hs Forno de barro – Januário José Arquitetura
10hs às 12hs Vivência com Didgerídoo – Ton Almeida
10hs às 12hs Samba de Bumbo Campineiro - Urucungos
11hs às 13hs Jongo – Jongo Dito Ribeiro
11hs às 13hs Cavalo Marinho - Fernando Tocha
10hs às 12hs Samba de Bumbo Campineiro - Urucungos
11hs às 13hs Jongo – Jongo Dito Ribeiro
11hs às 13hs Cavalo Marinho - Fernando Tocha
(Foto: Urucungus)
Apresentações:
14hs - Namoradeira
15hs - Urucungos
16hs - Bambuzero
17hs - Flautins Matuá
18hs - Retrilhos
19hs - Chasky
20hs - Jongo Dito Ribeiro
21hs - Cataventoré
As inscrições para as oficinas podem ser feitas através do endereço oficinasivarraiamatua@gmail.com, até o dia 3/6. Após essa data, no próprio dia.
Entre no site para ver as descrições detalhadas das oficinas e das apresentações!
Esta exposição permanente na Casa Azul da PUCCAMP (Campus Central) pode ser visitada de terça à sexta, das 14h às 17h, até dezembro. A entrada é gratuita e visitas comentadas podem ser agendadas nesse link.O Projeto Vídeo nas Aldeias, como o nome sugere, consiste na produção audiovisual indígena. Existe há mais de vinte anos, já produziu mais de 70 filmes premiados nacional e internacionalmente, promove intercâmbio cultural entre os povos e tem como objetivo "apoiar as lutas dos povos indígenas para fortalecer suas identidades e seus patrimônios territoriais e culturais, por meio de recursos audiovisuais e de um produção compartilhada com os povos indígenas com os quais o VNA trabalha."
Entre tantos pontos fortes, um deles é colaborar para a desmistificação do olhar carregado de estereótipos e idealizado sobre o índio. Agora foi disponibilizado o kit "Cineastas Indígenas: um outro olhar" para distribuição gratuita nas escolas de ensino médio! Para participar é só cadastrar a escola no site e assumir o compromisso de dar um retorno. (Clique na imagem para ampliá-la)
O Museu Universitário PUC-Campinas realiza de 22 de abril a 19 de dezembro, de 2009, na PUC-Central, a Exposição "Criações Indígenas" que permite à comunidade o contato com a diversidade da produção indígena, de diferentes etnias oriundas das regiões Norte, Nordeste, e Centro-Oeste do Brasil, como plumária, cerâmica, trançados, adornos, instrumentos musicais e cerimoniais, utensílios em geral.
O Acervo exposto, que iniciou a formação do Museu Universitário, em 1958, atualmente é parte da Coleção Etnias Indígenas do Museu Universitário PUC-Campinas, composta por objetos provenientes de pesquisas de campo, em expedições pelo Brasil, realizadas pelos trabalho dos professores Alfonso Trujillo Ferrari e Desidério Aytai e alunos da Universidade.
A Exposição, conta com a participação especial do artista plástico Robert W. Weinmann (Irmão Roberto), membro da Congregação dos Irmãos de Santa Cruz, professor de Artes no Colégio Notre Dame de Campinas. O artista passou alguns anos em Petrolina–Pernambuco, e em Santarém no Pará, onde se inspirou para fazer seus primeiros trabalhos, retratando a terra e a gente do Brasil.
Período: 22/04/2009 a 19/12/2009.
Visitação Pública: de 3ª a 6ª feira, das 14h às 17h.
Local: Sala 238, PUC-Central.
GRÁTIS
Além da exposição, o Centro de Cultura e Arte possui cinco Coleções Temáticas: “Etnias Indígenas”, “Japão Pré-Industrial”, “Arqueologia”, “História da PUC” e “Folclore e Cultura Popular”, além de livros, jornais, revistas, vídeos, gravações sonoras, discos e CDs.
O Acervo exposto, que iniciou a formação do Museu Universitário, em 1958, atualmente é parte da Coleção Etnias Indígenas do Museu Universitário PUC-Campinas, composta por objetos provenientes de pesquisas de campo, em expedições pelo Brasil, realizadas pelos trabalho dos professores Alfonso Trujillo Ferrari e Desidério Aytai e alunos da Universidade.
A Exposição, conta com a participação especial do artista plástico Robert W. Weinmann (Irmão Roberto), membro da Congregação dos Irmãos de Santa Cruz, professor de Artes no Colégio Notre Dame de Campinas. O artista passou alguns anos em Petrolina–Pernambuco, e em Santarém no Pará, onde se inspirou para fazer seus primeiros trabalhos, retratando a terra e a gente do Brasil.
Período: 22/04/2009 a 19/12/2009.
Visitação Pública: de 3ª a 6ª feira, das 14h às 17h.
Local: Sala 238, PUC-Central.
GRÁTIS
Além da exposição, o Centro de Cultura e Arte possui cinco Coleções Temáticas: “Etnias Indígenas”, “Japão Pré-Industrial”, “Arqueologia”, “História da PUC” e “Folclore e Cultura Popular”, além de livros, jornais, revistas, vídeos, gravações sonoras, discos e CDs.

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