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A Paradinha Musical começou em 2009 e desde então promove audições comentadas de LPs, lá no MIS. De curadoria caprichada, o projeto busca compartilhar conhecimentos musicais, traçar um panorama histórico da música (especialmente a brasileira), difundir o acervo de vinis do Museu e, claro, reunir pessoas para curtir o bom e velho som dos bolachões!
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| Foto: site do Rolando |
A próxima audição comentada é dedicada a Rolando Boldrin e seu projeto Som Brasil. O programa musical teve inicio em 81, na Rede Globo, com o intuito de mapear e difundir a música regional brasileira e foi apresentado por Boldrin até 84.
Quinta (13/10), a partir das 17h30, grátis!
Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas - Rua Regente Feijó, 859- Centro, Campinas
Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas - Rua Regente Feijó, 859- Centro, Campinas
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| Clique e aumente |
Em uma noite temática, 100% brasileira, como o próprio nome diz, CopaKabana se baseia na bossa nova, que teve como berço a cidade do Rio de Janeiro, e também o samba de partido alto, de exaltação, de gafieira entre outros, assim como vertentes influenciadas pelo groove internacional, como o samba rock e samba funk. Sendo que o grupo Zabalê, que tem como marca a exploração harmônica e melódica da música popular brasileira, reapresenta de forma sensível e poética a obra imortal de importantes compositores como Cartola, Chico Buarque e Noel Rosa.
| Grupo Zabalê. Foto: Vitor Damiani |
Com esse repertório a noite promete e mostra que não é a toa que canções que atravessam gerações ainda tem muito a dizer, não importa a idade de quem a oferece e de quem a recebe, afinal, a música moderna bebe direto da fonte.
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| Dj Digão. Foto: Rodrigo Zanotto |
+ sobre o Kabana Bar:
É uma casa noturna que desde 2004 se dedica à música e traz a sua programação dj's e músicos que compõem a cena independente de Campinas. Ao dar espaço para a autonomia musical dos artistas, oferece ao publico qualidade e diversão sem cair na mesmice comercial que predomina na maior parte dos bares e casas noturnas da cidade, salvando apenas poucos que tendem ao alternativo incentivando uma cultura não muito divulgada.
A partir das 21h - Mulher R$5/ Homem R$10
Rua Romeu Tórtima, 485- Barão Geraldo/Campinas
Pra aquecer:
A Paradinha Musical começou em 2009 e desde então promove audições comentadas de LPs, lá no MIS. De curadoria caprichada, o projeto busca compartilhar conhecimentos musicais, traçar um panorama histórico da música (especialmente a brasileira), difundir o acervo de vinis do Museu e, claro, reunir pessoas para curtir o bom e velho som dos bolachões!
Os que vão para a vitrola na próxima quinta (18/08), a partir das 17h30, são o Quinteto Violado e o Grupo Acaba. Grátis!
Quinteto Violado
"Em 1971 surgiu em Pernambuco um grupo musical que traçava um novo caminho para a MPB. Diante da indecisão no cenário da música nacional, após a irrupção do movimento tropicalista, o QUINTETO VIOLADO apresentava uma proposta fundamentada nos elementos musicais da cultura regional, através de trabalhos de pesquisa e da própria vivência de cada um dos seus integrantes, originários da região Nordeste do Brasil.
(...) Já são 35 anos de trabalho, onde se intercalam pesquisas, espetáculos, discos, festivais e excursões internacionais. A saga do QUINTETO VIOLADO percorrendo o Brasil inspirado numa filosofia mambembe, desde o sul, com toda a sua influência nativista, até a Amazônia, onde os ritmos e sons da natureza falam mais alto, está hoje registrada em livro, vídeo e mais de 47 discos lançados no Brasil e no exterior."
(...) Já são 35 anos de trabalho, onde se intercalam pesquisas, espetáculos, discos, festivais e excursões internacionais. A saga do QUINTETO VIOLADO percorrendo o Brasil inspirado numa filosofia mambembe, desde o sul, com toda a sua influência nativista, até a Amazônia, onde os ritmos e sons da natureza falam mais alto, está hoje registrada em livro, vídeo e mais de 47 discos lançados no Brasil e no exterior."
Grupo Acaba
"Grupo Acaba é um grupo de música regional de raiz de Mato Grosso do Sul, fundado em 1969 em Campo Grande com o objetivo de pesquisar, desenvolver e divulgar o folclore do antigo Estado de Mato Grosso e atual Mato Grosso do Sul. O Pantanal e o homem pantaneiro são o tema de sua música. Em suas letras, as composições do Grupo Acaba, coletiva e individualmente, descrevem homem, a fauna e a flora, e em nossas canções, a alegria das cores e as dores da raça pantaneira, conforme eles mesmos dizem."
MIS- Palácio dos Azulejos, Rua Regente Feijó, 859- Centro, Campinas.
No embalo da Semana Nacional dos Museus, o MIS promove uma Paradinha especial:
"A coleção denominada "Tacape" pela discoteca Rynaldo Ciasca, do MIS Campinas, é composta por 16 discos gravados nos anos 70 e 80 por uma "editora" independente, de mesmo nome, que resultava de um sonho de um grupo de músicos e cientistas de registrar a música do Brasil e da America Latina para eternizá-la.
Cada disco desta coleção é um universo.
Fruto de pesquisas, convivências e intercâmbios, os discos nos levam a mergulhar no desconhecido, e depois de algum tempo banhados em sonoridades genuínas, reconhecer o que mora em nosso íntimo. Conhecer nossa cultura, costurar nossas influências com a linha da memória remota ou primitiva, de outros "tempos", o tempo "mítico".
Muitos parceiros e apoiadores estiveram presentes em cada realização, dependendo do local onde era gravado e das pessoas envolvidas.
O registro em LPs de eventos como estes são importantíssimos para a história de registros musicais feitos no Brasil, tanto para a pesquisa etnomusicológica ou nas ciências sociais, como para divulgação desse material da nossa cultura.
O MIS Campinas tem orgulho de possuir essa rara coleção em seu acervo."
Cada disco desta coleção é um universo.
Fruto de pesquisas, convivências e intercâmbios, os discos nos levam a mergulhar no desconhecido, e depois de algum tempo banhados em sonoridades genuínas, reconhecer o que mora em nosso íntimo. Conhecer nossa cultura, costurar nossas influências com a linha da memória remota ou primitiva, de outros "tempos", o tempo "mítico".
Muitos parceiros e apoiadores estiveram presentes em cada realização, dependendo do local onde era gravado e das pessoas envolvidas.
O registro em LPs de eventos como estes são importantíssimos para a história de registros musicais feitos no Brasil, tanto para a pesquisa etnomusicológica ou nas ciências sociais, como para divulgação desse material da nossa cultura.
O MIS Campinas tem orgulho de possuir essa rara coleção em seu acervo."
As audições serão sempre às 15h. Grátis!
16/5 (seg) - H.J. Koellreutter e Chico Antônio no balanço do ganzá
17/5 (ter) - Fontes Culturais da música em Goiás, vol.02 - Música Religiosa em Comunidades Negras e Fontes Culturais da música em Goías, vol.03 - Modinhas Tradicionais
19/5 (qui) - Missa em Mi bemol - Franscisco Manoel da Silva e Festa de Passos - Encomendação das Almas - Martiniano Ribeiro Bastos

20/5 (sex) - A Arte Vocal dos Suyá e Fontes Culturais da música em Goiás, Vol.01 - Música Indigena
23/5 (seg) - Compositores Latino-Americanos - Beatriz Balzi
24/5 (ter) - Missa a 5 vozes - Antônio dos Santos Cunha e Orquestra Ribeiro Bastos e Matinas do Natal - Pe. José Maria Xavier
26/5 (qui) - Modinhas do Brazil e Marílica de Dirceu
27/5 (sex) - Folia de Reis no Rio de Janeiro e Cananéia - Tradição Musical Religiosa
Projeto supimpa, realizado no MIS, a Paradinha é um desses momentos-espaços raros, em que se tem o privilégio de compartilhar o som da vitrola, aprender sobre música, bater um papo e conhecer o acervo de vinis do Museu. Nessa quinta (24/03), o evento é dedicado ao músico Ivan Lins. A partir das 17h30. Grátis!
"Com sua carreira originada no MAU (movimento artístico universitário), Ivan Lins é hoje um dos maiores músicos brasileiros, mais respeitado por grandes nomes do jazz e do pop mais elaborado feito nos Estados Unidos do que por músicos brasileiros.
Surgido no final da década de 60, o MAU era formado por compositores que participavam dos festivais universitários da TV Tupi, procurando conseguir maior divulgação de suas obras e a conseqüente inserção no mercado fonográfico. Com expoentes como Aldir Blanc, Gonzaguinha e César Costa Filho, o MAU não conferia uniformidade ou homogeneidade quanto às propostas estéticas e políticas do movimento, o que acabou prejudicando alguns artistas que tentaram se enquadrar nos moldes televisivos e de produção de massa.
Depois de ter feito várias canções na época do combate à ditadura que viraram históricas, na voz de Elis Regina, e outras belíssimas canções de amor, Ivan se firmou como um compositor de melodias elaboradas, delicadas, de imensa riqueza harmônica, algumas delas do nível das melhores obras de Edu Lobo, talvez o compositor mais completo, mais requintado da MPB pós Tom Jobim, como, aliás, dizia o próprio maestro.
Suas canções possuem sacadas harmônicas sofisticadíssimas, reminiscentes de Jobim tardio e da escola mineira de Milton e o Clube da Esquina, mostrando que o impressionismo harmônico de Ivan estava à frente de seu tempo. Não é à toa que Benson, Ella Fitzgerald e, sim, Miles Davis o tratavam com tanto respeito."
(Informações daqui)"Com sua carreira originada no MAU (movimento artístico universitário), Ivan Lins é hoje um dos maiores músicos brasileiros, mais respeitado por grandes nomes do jazz e do pop mais elaborado feito nos Estados Unidos do que por músicos brasileiros.
Surgido no final da década de 60, o MAU era formado por compositores que participavam dos festivais universitários da TV Tupi, procurando conseguir maior divulgação de suas obras e a conseqüente inserção no mercado fonográfico. Com expoentes como Aldir Blanc, Gonzaguinha e César Costa Filho, o MAU não conferia uniformidade ou homogeneidade quanto às propostas estéticas e políticas do movimento, o que acabou prejudicando alguns artistas que tentaram se enquadrar nos moldes televisivos e de produção de massa.
Depois de ter feito várias canções na época do combate à ditadura que viraram históricas, na voz de Elis Regina, e outras belíssimas canções de amor, Ivan se firmou como um compositor de melodias elaboradas, delicadas, de imensa riqueza harmônica, algumas delas do nível das melhores obras de Edu Lobo, talvez o compositor mais completo, mais requintado da MPB pós Tom Jobim, como, aliás, dizia o próprio maestro.
Suas canções possuem sacadas harmônicas sofisticadíssimas, reminiscentes de Jobim tardio e da escola mineira de Milton e o Clube da Esquina, mostrando que o impressionismo harmônico de Ivan estava à frente de seu tempo. Não é à toa que Benson, Ella Fitzgerald e, sim, Miles Davis o tratavam com tanto respeito."
MIS - Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859 - Centro - Campinas/SP
Maiores informações: (19) 3733 8800
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